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quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Alento

ALENTO

Soltei-me de correntes
De amarras e grilhões
Larguei-me solta
Pela ladeira do incerto
Bati no fundo
Um novo recomeço
Sem olhar para trás
Emergi
De novo naufraguei
Nas asas do vento
Que me carregou no colo
Me deu alento
Agora 
Peço que o tempo me dê tempo
Para ser eu 
Ao vento, a dar alento

Antónia Ruivo (http://escritatrocada.blogspot.com
)

2 comentários:

António Prates disse...

Alento que nos foge nas horas de maior aprendizagem; Alento que se cansa de ser gente. Senti e gostei!

Um abraço!

Ana disse...

Belíssima escolha!!! Consegui "sentir" as palavras desta maravilhosa poesia!
Beijinhos grandes,
Ana Paula